Um certo dia, um homem velho, barbudo, trajando as vestes mais simples, sentou ao lado de um empresário, no banco do céu. Perguntou-lhe o que havia feito, para estar ali. O homem nada lhe respondeu, apenas sorriu e disse: "Fui famoso". O velho, confuso em si, apoiou o corpo sobre sua perna manca, observando a imensidão branca. "E o que isso lhe trouxe?", indagou, curioso. O homem sorriu novamente, e lhe respondeu: "Trouxe fama, orgulho!". O velho então, riu de seu próprio estado, queixando-se um pouco da dor. "Eu, dinheiro não tinha, mas tinha felicidade de sobra. E o que mais gostava, era quando minha netinha me abraçava, após um dia de trabalho na fazenda." O empresário riu. "Mas, só isso? Não tinha mulheres? Sexo? Dinheiro?". O velho balançou a cabeça. "Mas, como?" queixou-se o homem, incrédulo da situação. O velhinho olhou para baixo, e logo após o homem também. Viram duas famílias, a primeira era simples, dentro de uma casa nada luxuosa. A mãe agarrava a filha em seus braços, e sorria em meio as lágrimas. Elas estavam felizes. Na outra, a família estava sentada, em uma mesa divina, com o melhor banquete do mundo. O velho sorriu. "Viu, só? Não há felicidade ali. O dinheiro não compra o que te faz feliz por toda sua vida." O homem chorou e o velho sorriu. Eu não sei mais o que to escrevendo, então, o velho é legal, o homem é do mal, eu fiz uma rima, mas que coisa mais linda! -q
Stevan.
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